Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 28/05/2021
Na sociedade pós-industrial, a globalização corrobora cada vez mais para a digitalização do modo de vida, seja nos meios de comunicação, oferta de serviços ou armazenamento de dados.Nesse ínterim, destaca-se em meio a essa integração social cibernética, a necessidade de um meio digital seguro.Em divergência disso, o Brasil desprovido de um sistema que garanta segurança aos indivíduos, encontra-se suscetível a ataques cibernéticos seja pela negligência estatal ou seja pela exposição excessiva dos usuários da rede.
Em primeira visão, destacam-se os aparatos tecnológicos como grandes influenciadores dessa exposição exagerada de dados.Nesse contexto, é de relevância ressaltar a quantidade de informações que os aplicativos da rede coletam no simples ato de criar uma conta por exemplo, no qual são coletados dados pessoais, renda, endereço, etc.Apartir disso, é válido refletir analogamente a filosófo inglês Thomas Hobbes, que diz ser o homem o lobo do próprio homem, porém de uma perspectiva diferente, na qual os artefatos tecnológicos aniquilam o homem, concluindo-se dessa maneira o aspecto negativo dessa exibição informacional.
Em outra vista, reflete-se que a falta de atenção dada pelo governo acarreta o aumento da criminalidade no meio virtual.Tal negligência, evidência-se em meio a uma nação carente de políticas eficazes destinadas a proteção de dados e a uma fragilidade digital.Portanto, é tida como inconstitucional tal atitude governamental, uma vez que de acordo com a Constituição Federal de 1988 é dever do Estado garantir a segurança dos autoctónes, dessa forma, a não garatia da seguridare facilita a ocorrência criminal.
Dito isso, urge que o poder Executivo, na forma de ministérios, atue na implementação de medidas que tornem o meio digital mais atrativo, de maneira a concretizar uma segurança efetiva.Logo, tal ação efetivaria-se, mediante a atuação do Ministério da Segurança Pública juntamente ao Ministério da Ciência e Tecnologia, na criação leis que limitem a obteção de conhecimentos da população e também que punam mais rigorosamente os cybercriminosos, determinando ser questionado pelos aparatos eletrônicos apenas o essencial para realização de determinada operação pelos usuários da rede.Consoante à isso, campanhas devem ser instituidas pelo Ministério da Educação, de forma a dispor de equipes pedagógicas que atenderiam a sociedade por meio de palestras que discutiriam a importância da miníma exposição virtual possível.Dessa maneira é capaz visualizar uma futura sociedade mais preparada e segura digitalmente.