Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 05/06/2021

Desde a década de 20, com o surgimento da rádio no Brasil, a comunicação tornou-se mais abrangente. Com o passar do tempo houve avanço tecnológico e, com a chegada da internet, transfigurou o meio no qual as informações eram transmitidas. Todavia, apesar da internet facilitar a intercomunicação é um espaço importante de crimes cibernéticos, seja pela abundância de dados fornecidos, seja pela limitação da segurança.

No seriado “Ponto cego”, é exposto como a quantia de informações fornecidas em sites podem contribuir para diversos crimes digitais. Em adição, um trama exibe como o FBI combate aos delinquentes, bem como a proporção das correções que esses dados podem causar após causar com intenções maléficas obterem acesso. Efetivamente, é possível notar a veracidade de diversos crimes que são entregues, como roubo de informações pessoais, endereços, dados bancários, uma vez que estão presentes na época atual. Prova disso, é a empresa “Yaooh” que teve dados de bilhões de pessoas comprometidos após um ataque cibernético que expôs endereços, e-mails entre outros.

Sendo assim, é notório a importância de mencionar quais os pretextos, como a segurança limitada, para tais acontecimentos. Em sintese, os delitos tecnológicos ocorrem conforme os hackers obtêm acesso ao cofre de dados das plataformas e, apesar de possuírem uma segurança com senhas, não é o bastante por diversas vezes. Segundo o G1, em 2020, golpes em pagamentos e invasões em redes sociais, como Twitter e Instagram, marcaram o ano. Apesar do país ter implantado a Lei Geral de Proteção de Dados- que protege os direitos fundamentais de liberdade e privacidade- muitos vazados colocaram usuários em risco de risco explícito que medidas são necessárias para resolver esse impasse.

Fica evidente, portanto, a importância de preservar as informações fornecidas na rede. Logo, cabe às empresas, responsáveis pelo armazenamento digital, cumprirem a lei supracitada, por meio de investimentos da segurança. Tais ações devem certificar que a quantidade de hackers se torne inferior. Além disso, é papel do Poder Legislativo fiscalizar que o cumprimento da lei de proteção à privacidade. Para que, dessa maneira, as ameaças vivenciadas em Ponto Cego sejam, gradativamente, eliminadas