Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 16/08/2021

A Constituição do Brasil de 1988 garante os direitos de segurança, de liberdade e, princialmente, da vida. Logo, em uma sociedade democrática, os indivíduos devem exigir tais direitos quando são desrespeitados, assim como o caso dos atuais crimes cibernéticos que não estão de acordo com a justa Constituição. Diante disso, é preciso posicionar-se em relação às injustiças que ocorrem virtualmente, uma vez que os criminosos aproveitam do anonimato virtual para disseminarem o ódio e ainda prejudicam psicologicamente as vítimas.

Em primeira instância, é necessário citar o anonimato e o hacker como as principais formas de ataques cibernéticos pelos reponsáveis dos crimes, essenciais para que consigam, inconstitucionalmente e sem punições, agirem criminalmente. Visto a existência desses mecanismos proporcionados pelo ambiente online, conclui-se que a senadora brasileira Maria do Carmo está errada na afirmativa “A Internet não é terra sem lei” porque pela Internet os indivíduos podem agir ilimitadamente prejudicando as pessoas. Apesar dos objetivos com a criação da Internet pelos pais da mesma, Robert Kahn e Vint Cerf, não serem voltados para a atual realidade crimes cibernéticos, infelizmente os instrumentos virtuais colaboram com essa disseminação do ódio.

Por conseguinte, percebe-se variados casos de insultações, apologias e intolerâncias virtuais que consequentemente afeta as vítimas, psicologicamente e ,muitas vezes, fisicamente. Um caso de grande repercussão é exemplificado com os insultos que o filho da cantora Walkyria recebeu após postar vídeos com ironia nas redes sociais, e logo após isso, como vítima de crimes cibernéticos, o adolescente suicidou-se. Por fim, é perceptível a necessidade de ações governamentais e de no processo de amenizar a situação de crimes nos espaços cibernéticos.

Em suma, é visível a negativa colaboração que os mecanismos da Internet oferencem para os criminosos que infringem a lei e prejudicam extremamente as pessoas vítimas do ataque. Portanto, é necessário que o Órgão Judiciário brasileiro, juntamente com os senadores atuem discutindo a formulação de leis que limitem os anônimos e os hackers como a Lei dos limites virtuais e, além disso, promovam a justiça, intensificando a segurança física e virtual a fim de diminuir os crimes cibernéticos