Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 23/08/2021
Segundo a Constituição Federal, documento jurídico mais importante do Brasil, prevê em seu artigo 5º, que o crime viola a intimidade e a vida privada como inerente a todos os cidadãos. Entretanto tal direito não é praticado com ênfase quando se fala de crimes cibernéticos, diante disso cabe analisar a falta de fiscalização na internet e o despreparo escolar para os futuros usuários da internet.
É notória, a importância da internet em nossa sociedade atual, com a chegada da tecnologia por causa da globalização, ela se tornou o maior meio de trocas de informações e conhecimento na atualidade. Entretanto, também “abriu janelas” para as pessoas se aproveitarem da ingenuidade dos outros, praticando assim um crime cibernético. A exposição na internet causa uma maior vulnerabilidade para os usuários digitais, facilitando melhor a atuação dos hackers, isso acontece pela falta de fiscalização da secretaria de crimes cibernéticos. Diante disso, notasse a urgência de profissionais de qualidade na área de tecnologia para a diminuição dessa infração.
Nessa lógica, segundo Paulo Freire, filosofo educador brasileiro, ele acredita que temos uma “educação bancária”, o professor ver o aluno como um “banco” só serve para decorar fórmulas e letras, deixando de lado o ensino com condições para a vida adulta , a falta de educação tecnológica no ensino fundamental tem como consequência a formação de pessoas desprevenidas para o ambiente virtual, favorecendo assim os crimes cibernéticos.
Portanto, é necessário que a Constituição Federal funcione com ênfase, o Ministério da Educação, que é responsável por toda a educação brasileira, deve investir em aulas mais tecnológicas por meios de jogos e programas, com auxilio de profissionais de qualidade. A fim de educar crianças e adolescentes a se atentarem na internet, fazendo assim com que essas infrações diminuam.