Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 14/09/2021
Contemporaneamente, é perceptível o aumento do uso dos dispositivos tecnológicos, sendo que os mesmos servem para diversas atividades e usos. Certamente, muitas pessoas aproveitam da falsa sensação de privacidade e abusam das funcionalidades, cometendo crimes cibernéticos, como a pornografia infantil, o ciberbullying, etc. Com isso, observa-se que as empresas são responsáveis por essa ilegalidade, assim como o governo.
Primeiramente, vale lembrar que, segundo a SaferNet Brasil, diariamente são registrados 366 casos de crimes cibernéticos. Dessa forma, é evidente que as empresas que criam sites ou redes sociais não se importam com isso. Visto que esses crimes as vezes trazem mais visibilidade e até mais adeptos á esses meios, como os ataques em redes sociais, que se tornam notícia e mais “cliques” nas postagens. Tal esquema sujo das corporações permite até a causa de problemas graves na vida da vítima, como foi o caso do jovem Lucas Santos que se suicidou após sofrer insultos na internet.
Ademais, observa-se também que o governo não liga para esses crimes, permitindo que corporações continuem com seus sites/redes sociais, e cada dia mais ocorram esses crimes. Os quais por serem reservados a internet parecem não ser tão prejudiciais, mas, na verdade, afetam de diversas formas as pessoas, mostrando que o governo não cumpre com o direito ao bem-estar previsto na Constituição.
Portanto, tendo em vista as dificuldades de combater essa situação tão prejudicial, medidas são necessárias para resolver o impasse. Logo, o poder Legislativo, órgão responsável pelas normas, deve sancionar uma lei que obrigue os sites e aplicativos a criar mecanismos que impeçam ataques na internet, publicação de pornografia infantil, etc. Garantindo o funcionamento das medidas por meio de fiscais on-line, a fim de reduzir a criminalidade nos meios sociais.