Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 15/10/2021
A Constituição Federal brasileira, promulgada em 1988, garante, em suas disposições, uma série de direitos sociais. No entanto, apesar de tal garantia, o que se percebe, na sociedade brasileira atual é a não plenitude dessa garantia na prática, visto que os desafios no combate aos crimes da internet tem sido desrespeitada, tanto pelo governo quanto pela sociedade, Sob tal óptica, é imprescindível o debate e resolução dos impasses.
Primeiramente, nota-se que a falta de políticas públicas é a causa expressa da questão. Sobre isso, Abraham Lincoln, célebre personalidade política americana, disse, em um de seus discursos, que a política é serva do povo e não o contrário. Em relação a tal afirmação, nota-se uma inconformidade sobre crimes cibernéticos e a atuação do Estado brasileiro, no sentido que, ao contrário do que Lincoln explanou, a política atual não serve o povo com ações, planos e metas públicas que atuem na questão abordada, fazendo com que sua resolução seja quase utópica.
Ademais, a falta de consciência social tem papel coadjuvante em relação ao imbróglio. Nessa lógica, o filósofo Karl Marx, teceu diversas críticas em suas obras sobre a atuação governamental em relação à educação cidadã nas sociedades. Em se tratando dos desafios dos crimes virtuais , é possível perceber que as críticas de Marx se fundamenta, pois o Estado brasileiro não promove a conscientização, ferindo, assim, a cidadania e as garantias constitucionais.
Portanto, medidas são necessárias para solucionar a problemática. Sendo assim, o Ministério da Educação, por meio das escolas e universidades, deve criar um projeto sócio - educativo, com oficinas, palestras e debates, para promover a conscientização social sobre a violação virtual no país. Tais eventos devem ter alcance nacional, inclusive pela internet, com transmissões ao vivo, por exemplo, para que se apresentem as principais questões do tema. Espera-se, dessa forma, que a população possa estar inteirada sobre o assunto e que o problema seja minimizado. Assim, as garantias sociais da Constituição Federal brasileira terá eficácia plena no presente.