Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 28/08/2019

A  Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), assegura a todo cidadão o direito à vida, à ética, e ao bem-estar físico, psíquico e social. No entanto, o cenário visto pelos desafios para conciliação da biotecnologia, no Brasil, impede que isso aconteça na prática, devido aos métodos da biologia molecular em permitir a manipulação do material genético e da produção dos alimentos geneticamente modificados e clonados.

Cabe, a princípio, diagnosticar uma das causas desse problema. Para o sociólogo Émile Durkheim, o individuo só poderá agir na medida em que conhecer o contexto que se encontra, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. Nesse sentido, evidencia-se a necessidade de que certos setores melhorem, a exemplo dos transgênicos para formarem as plantas e as manipulações para mudarem o material genético, com o intuito de não prejudicar os direitos internacionais garantidos do cidadão.

Ademais, também, convém ressaltar a Constituição Cidadã de 1988, em vigor até os dias atuais, como uma das razões para a persistência desse transtorno. Nesse contexto, de maneira análoga ao pensamento de Aristóteles no livro “Ética a Nicômaco”, de que a política existe para garantir a felicidade dos cidadãos, encontra-se deturpado no país, haja vista que as mutações nos alimentos transgênicos são devastadoras para o meio ambiente e saúde das pessoas, segundo o Sistema Único de Saúde.

Diante dos fatos supracitados, portanto, faz-se necessário que o governo em parceria com a ONU e demais organizações competentes financie projetos educacionais relacionados a conciliação da biotecnologia, por meio de uma ampla divulgação midiática, que inclua propagandas televisivas, entrevistas em jornais e debates sociais. Além disso, é de suma importância que o Conselho Regional de Medicina tome ciência da polêmica dos transgênicos, pois eles não só aumentam a produtividade, como também o risco de câncer nas pessoas, segundo a revista Veja.