Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 14/09/2019
A ovelha Dolly, nascida no Reino Unido, foi o primeiro ser vivo clonado no mundo. Com menos de dez anos ela faleceu e ficou marcada na história da Biologia. Hodiernamente, é evidente que houve inúmeros avanços no que tange a genética. Conquanto, é notório que há desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética. Diante disso, é necessário obter subterfúgios a fim de solucionar essa inercial problemática.
Primeiramente, é necessário relatar que o melhoramento genético é a principal causa do conflito entre a Biologia e os valores morais. A partir disso, cabe-se analisar o pensamento do filósofo francês Michael Foucalt, que afirmou ser o homem extremamente movido pela sua vaidade. Nesse sentido, o uso de melhorias genéticas torna-se um produto do ego humano e, deve ser menos usual na sociedade.
Em segundo plano, é de suma importância que essa inconciliação seja mitigada. Afinal, segundo o sociólogo Nietzsche, a guerra não acontece apenas no campo de batalha, mas em qualquer área em que o ser humano dispute influência. Nessa perspectiva, é indiscutível contrariar-se ao fato de que, esta disputa entre a Biologia e a Ética diminui a eficácia de estudos adjacentes, que poderiam trazer avanços para a saúde humana. Faz-se imprescindível, portanto, a distinção dessa conjuntura.
Dado o exposto, é necessário modificar a realidade, com o objetivo de erradicar os desafios que impeçam a conciliação entre a Biotecnologia e a Ética. A OMS( organização mundial de saúde) deve estabelecer critérios nos estudos e aplicações dos melhoramentos genéticos, por meio de parcerias com o Ministério da justiça, para que esse crie leis que definam um limite do uso das modificações genéticas, a fim de diminuir a dualidade presente entre os avanços Biológicos e a moral. Caso essa lei não seja aplicada, haverá punições ao referente laboratório. Com isso em funcionamento, a disputa dita por Nietzsche não acontecerá.