Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 22/12/2020

A Biotecnologia possibilita o uso de células-tronco para recriar membros, órgãos do corpo humano, no entanto, tudo é retirado das células-tronco de fetos, o que é considera eticamente errado, por se situar na questão de dar fim a uma vida humana. O que é viável, considerando que não autoriza a morte de vidas humanas; contudo, é um entrave em tratamentos médicos, dadas filas de espera para órgãos e membros humanos.

Além disso, a Biotecnologia é o estudo e uso de  tecnologias relacionadas a seres humanos e animais no combate a doenças e enfermidades e as células-tronco são um tipo de tecnologia que cria tecidos e órgãos, mas, por matar vidas humanas não é considerada uma via ética de tratar comorbidades segundo o Ministério da Saúde; já que aquele ser humano que está para vir não pode ser usado como tecnologia ou meio para tratar doentes.

Entretanto, tratamentos ficam por fazer e a via ética não entra em acordo formando um impasse, assim fica a critério de cada paciente e família optar ou não pelo tratamento, uma situação mal resolvida, onde não há a confirmação se a atitude é ética ou visa o bem maior, ou se a mesma visa o bem apenas de uma geração. comprometendo vidas que ficaram por nascer.

Portanto, para que o impasse ético deixe de ocorrer e vidas humanas sejam poupadas e as dos pacientes sejam salvas, é necessário que o governo promova utilização de fetos não fecundadas, de maneira que células-tronco sejam extraídas e tal situação não implique a utilização de vidas humanas para fins medicinais.

Diante disso, novas tecnologias são necessárias no combate à comorbidades e doenças que reflitam perdas de membros e de órgãos