Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 30/03/2020

Ética ou evolução? Até onde conseguiremos chegar sem experimentos com uma margem legislativa minimizada? As pessoas na atualidade criticam os experimentos realizados em humanos ou animais de laboratórios, sendo que muitos desses indivíduos, não possuem conhecimento total sob o assunto, de maneira que esse povo, queira aumentar a burocracia sobre tais experimentos, de modo que estes, atrasem o desenvolvimento de uma tecnologia benéfica e futurista para o país.

Visto que o Brasil possuí uma gigantesca norma burocrática, pode-se analisar a venda da empresa Sage, que teve como sua maior compra por 75% da participação na empresa, efetuada por R$ 398 milhões, e foi vendida a R$ 57 milhões, um preço muito baixo quando comparado a compra, sendo assim, este custo está baixo por conta da burocracia imposta no país, que impossibilita a atuação adequada da empresa, de maneira que tal corporação venha a decaimento, assim como no desenvolvimento de vacinas, remédios e produtos médicos que necessitam de teste humano ou animal no geral, e são atrapalhados pela legislação colapsada brasileira.

Embora muitas pessoas acreditem que deveria ser imposta uma lei que inibe a prática de experimentos científicos em humanos ou animais, uma grande quantia não conhece as regras que priorizam dignidade e o bem estar das cobaias, como a resolução Nº 466 imposta pelo Ministério da Saúde, ou as Diretrizes de Utilização de Animais em Experimentos Científicos, essas que também antepõem o desenvolvimento humano.

Em suma de um maior desenvolvimento e prosperidade, o governo deve estabelecer leis que aumentem a qualidade legislativa do país, e realizar  campanhas que conscientizem o povo brasileiro sobre a realidade desses experimentos benéficos, visando diminuir a burocracia sob estes, e assim, provar de um futuro civilizado e evoluído.