Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 31/03/2020

A necessidade da pesquisa é primordial para o desenvolvimento mundial científico. A Biotecnologia tem um caráter econômico, ela pode interferir na agricultura, reprodução, controle biológico, aperfeiçoamento genético.  Logo,  ela é  imprescindível para a evolução humana.

Na Segunda Guerra Mundial, houve a criação da ‘‘Ciência Nazista’’ aplicada nos campos de concentração, um grande número de prisioneiros - em maioria judeus - serviram como cobaias humanas para experiências científicas. Essas experiências tinham função de auxiliar a Guerra, melhorando a recuperação de soldados. Após o fim da guerra, com tantas violações humanas, foi criado um código de ética médica.

Hoje, existe comitês de ética que asseguram direitos para os participantes desses procedimentos. O Hospital escola é o principal cenário para o desenvolvimento desses procedimentos que atuam com o matérial genético. Logo, estabelecer limites éticos é imprescindível.

Assim, não se cria apenas interesses lucrativos ou de influência cientifíca,  se cria interesses visando a qualidade de vida do participante. Alimentos transgênicos visam apenas o lucro, pois são: econômicos, têm maior durabilidade, são resistentes.

A Biotecnologia fica em dilema com a ética e a ciência, mas proporcionar um equilíbrio regular entre esses dois campos permitiria uma evolução em ambas as áreas, especialmente no área da saúde. Assembleias com psicólogos e psiquiatras, poderiam solucionar  como não ser invasivo psicologicamente com participantes dos tratamentos. Assembleias com nutricionistas e economistas, solucionariam um mecanismo para permitir a melhora da comercialização e alimentos acessibilidade orgânicos.