Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 30/03/2020

A teoria da evolução, proposta por Charles Darwin, conclui que o ser mais adaptado se sobrepõe ao menos adaptado, este por sua vez não se importa com códigos éticos ou moralidades para adaptar-se ao meio em que vive, logo entende-se que estes aspectos são característicos da condição primitiva de todo ser existente, e apenas mais uma invenção humana para criar um meio ideal de sobrevivência, que por sua vez foi chamado de sociedade.

Retomando o fato anterior, o homem inventa coisas para aprimorar sua vivência na sociedade e performance como animal, sempre priorizando sua própria vontade e soberania, as guerras são o maior exemplo disso, por exemplo, o que levaria uma espécie a prejudicar seu semelhante sem fins vitais? A teoria da evolução é aplicada nessa questão, agora que o ser humano é o animal que domina o mundo todo, ele quer dominar aos seus semelhantes e se sobrepor aos menos adaptados ao modelo de sociedade.

Com base nos parágrafos anteriores, uma nova evolução está ocorrendo no modelo de sociedade, mesmo sendo uma única espécie, os seres são completamente diferentes uns dos outros, além das diferenças sociais e hierárquicas, o avanço da biotecnologia pode acelerar ainda mais esse processo, fazendo o Homo sapiens sapiens evoluir para uma espécie transumana.

Sobretudo, essa evolução será benéfica, por exemplo, a cura de doenças, avanços tecnológicos, previsões aprimoradas de problemas, são consequências da biotecnologia, o problema não está nela, e sim no pensamento primitivo do ser humano, que busca seguir fielmente a evolução e se sobrepor a qualquer um.

Tendo como base os fatos descritos, o pensamento evolucionista presente na espécie humana, deve ser superado através de códigos éticos que visem o bem-estar social e o avanço da biotecnologia, através de estudos jurídicos e sociais, além do desenvolvimento científico proporcionado por grandes órgãos influentes nessas áreas, como a Tesla ou até mesmo a ONU.