Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 06/01/2021
Na série “Biohackers”, uma estudante de medicina, ao saber que a sua professora - a qual é uma pesquisadora do ramo da genética - está relacionada com a morte de seu irmão e o assissanto de seus pais, busca provas para incriminá-la. Nesse contexo, ela descobre experiência ilegais para o tratamento de Huntington - uma doença herditária - e, no decorrer da narrativa, é vítima de uma ataque de mosquitos geneticamente modificados. Fora da ficção, é possível relacionar essa obra com a atual questão ética da biotecnologia: os avanços propocionado por essa área podem causar efeitos imorais e que prejudicam um ecossitema todo, entretanto, também, revelar a cura de diversas enfermidades.
Em primeira análise, é importante ressaltar que mudanças genéticas possuem um pontencial gigantesco de trazer problemas futuros, não só biologicos e ambientais - como a crianção de mutantes, tipo os dos “X-Men”, ou, mesmo, a exitinção de um espécie por prededadores naturais geneticamente modificados -, mas, também, sociais, como é retratado no livro “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley - em que uma sociedade toda possue seus genes modificados, criando cidadãos mais inteligentes e bonitos enquanto outros mais fortes e burros. Portanto, é nessário um estudo cauteloso e responsável, por parte dos pesquisadores, das consequências das suas experiências para que calamidades não ocorram.
Em segunda análise, é imprescindível destacar que, além da possibilidade de desastres, as experiências genéticas são de suma importância para o descobrimento, o tratamento e até a prevenção de doenças hereditárias, bem como, alguns cientistas anseiam, o aprimoramento do corpo humano. Assim, no documentário “Seleção Artificial”, é demonstrado que, com a evolução da biotecnologia - principalmente a descoberta do metódo CRISP -, diversas enfermidades genéticas se tornaram curáveis, entretando, causou, também, um conflito entre os chamados “biohackers”, que querem impedir a burocratização das experiências genéticas - ou, como eles falam, democratizar a pesquisa - e os ativistas morais, que temem a biotecnologia em mãos erradas. Logo, faz-se necessário uma atitude do Estado frente a essas discussões para um melhor entedimento do assunto e, com isso, ressolver as diversas questões em pauta, a exemplo de se democratizar esse tipo de pesquisa é danoso ou não.
Diante do exposto, como é impossível prever o que aguarda o avanço da biotecnologia, é mister que as casas legislativas brasileiras sempre estejam, por meio de fóruns com os principais representantes dessa área, informadas acerca do assunto a fim de que atitudes consideradas imorais e prejudicias tanto a sociedade quanto ao ecossitema sejam, rapidamente, impossibilitadas pela jurisdição. Dessa forma, será possível um avanço tecnológico conciente e evitar calamidades futuras.