Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 24/10/2020
Biotecnologia é o estudo tecnológico para desenvolver e modificar seres, e a ética é fator importante para o crescimento desse meio. Visto que, em 2019, o vírus Sars-Cov2, causador da COVID-19, mostrou ao mundo a importância de uma vacina, mas um grupo de pessoas alegou não ser correto introduzir tal substância nos humanos, esse movimento é o Antivacinas.
Em primeiro lugar, em 1818, a obra cinematográfica Frankenstein foi publicada, e o filme relata uma vida que foi criada em laboratório e depois se revoltou contra seu criador. Logo, é provável que esse seja o temor do povo que segue o movimento contra as vacinas, pois o homem que não sabe que o antídoto salva mais de 3 milhões de pessoas por ano no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pensará que a substância feita causará males no futuro.
Em segundo lugar, a ética é circunstancial, já que as decisões dependem das situações. Porquanto as doenças já descobertas têm uma história dura de estudos para serem dominadas. Por exemplo, a hepatite viral foi entendida através de pesquisas onde era injetado o vírus em crianças com paralisia cerebral, diz o doutor Paulo Saldiva. Portanto, tal ação foi sem probo se não foi permitida pelos pais dos pequeninos.
Em virtude dos fatos mencionados, a falta de conhecimento sobre assuntos, como tecnologia, ciência e ética é o que torna o avanço científico mais desafiador. Assim, cabe ao Ministério da Saúde pôr cientistas em comerciais, em horários de maior audiência, na televisão para explicar sobre a importância da vacina, por exemplo; mas também o Ministério da Educação (MEC) exibir um filosofo expondo o significado da ética. Destarte, o Estado brasílico terá um avanço enorme em relação a biotecnologia.