Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 21/10/2020
Observa-se, há tempos, discussões acerca dos desafios para a conciliação da biotecnologia e a ética. Isso ocorre devido ao histórico de consequências que o uso biotecnologia gerou e, também, à falta de fiscalização do Estado. Logo, remediar essa mazela é imprescindível para a plena harmonia social.
Primeiramente, vale ressaltar que na época da Segunda Guerra Mundial eram feitos várias experiências, as quais utilizava-se cobaias humanas. Tais experimentos auxiliaram várias descobertas na área da medicina. Contudo, eles geraram muitos problemas para os seres humanos que eram usados como cobaias, uma vez que eles não tinham direitos à saúde e à dignidade humana por exemplo. Essas pessoas precisaram passar por diversos tipos de torturas, as quais mostram que devem existir limites éticos para o desenvolvimento da biotecnologia.
Em segunda análise, percebe-se que o Estado não oferece a atenção necessária à questão, já que a legislação geralmente não contempla os limites éticos que às produções de tecnologias biológicas devem ter como base. Nesse viés, de acordo com o filósofo inglês Thomas Hobbes, os governantes devem garantir o bem-estar social. Todavia, isso não é realidade, visto que, muitas vezes, o avanço da tecnologia sem fiscalização e sem regras para serem seguidas pode ocasionar danos ao meio ambiente (degradação do solo) e ao ser humano (desenvolvimento de doenças).
Portanto medidas são necessárias para combater o impasse. Dessa forma, cabe ao Estado, mediante alteração da legislação, criar leis que contenham limites éticos a serem seguidos para o desenvolvimento da biotecnologia, bem como fiscalização das experiências que são realizadas. Assim espera-se que os desafios para a conciliação da biotecnologia e da ética sejam superados.