Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 22/10/2020
A Constituição Brasileira de 1988, documento jurídico mais importante do país, garante a atuação da tecnologia. Entretanto, diversos princípios éticos não são respeitados, diante disso, fica evidente a necessidade de uma solução. A tecnologia e o seu avanço trouxeram e ainda trazem muitos benefícios para a população, mas algumas vezes esse avanço acabou fazendo com que os estudos biotecnológicos e os valores sociais se distanciassem.
Um grande exemplo do uso da biotecnologia nos dias atuas, é a criação de alimentos transgênicos, que visam manipular o material genético, com o intuito de criar plantas mais resistentes, com crescimento mais rápido e uma maior produtividade, diminuindo assim o custo e aumentando a produtividade. Por um lado essa manipulação é boa para ambos os lados, dos consumidores e dos produtores, mas na prática também pode ser devastadora tanto para o meio ambiente e tanto para a saúde da população.
Desde 1996, quando os transgênicos passaram a ser cultivados em larga escala, foram registrados 88 casos de contaminação, 17 liberações ilegais e mais oito relatos de efeitos negativos dos organismos geneticamente modificados (OGMs) na agricultura. Os dados são do relatório da organização não-govenamental Greenpeace, produzido em parceira com a ONG britânica GeneWatch. Diante desses dados comprova que os alimentos transgênicos possuem um lado bom e um lado perigoso e ruim.
Diante dos aspectos mencionados, evidencia-se a necessidade da ONU alertar a população de cada país, por meio de grandes mídias, sobre os perigos para a saúde causados por mutações gênicas, para que assim a população possa estar ciente de todas os problemas que os alimentos transgênicos podem acarretar. Além do Ministério da Ciência e Tecnologia, investir em um desenvolvimento consciente e moral, visando assim uma melhor qualidade de vida para todos.