Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 22/10/2020

De acordo com Darwin, “a humanidade está em um processo de desenvolvimento contínuo”. Portanto, pode-se entender que as relações interpessoais e a tecnologia são o resultado dessas interações. Seguido do surgimento da biotecnologia, que é a principal responsabilidade pela promoção do desenvolvimento saudável, no entanto, é necessário estabelecer limites morais para não usar a biotecnologia de forma errada, por isso é necessário superar desafios para alcançar entre esses aspectos.

Em uma primeira análise, sabe-se que a medicina se desenvolveu quando a tecnologia passou a ser usada para tratar doenças que exigiam quimioterapia (como o câncer). Como resultado, conforme evidenciado pela “tecnologia que conduz o mundo” de Steve Jobs, o número de pessoas que sobrevivem a essas doenças aumentou. Além disso, nesses casos, a ética deve ser observada, pois a biotecnologia é utilizada para melhorar a condição humana.

Além disso, é necessário analisar os efeitos colaterais do progresso tecnológico, porque as pessoas e o dinheiro começaram a usar a engenharia genética para selecionar as características de seus filhos e gerar lucros em suas empresas. Como resultado, a vida e a moral das pessoas foram ignoradas. A teoria da socióloga Hannah Arendt de “destruir o mal” foi confirmada, porque ao mudar a forma dos alimentos sem estudar seu impacto nas pessoas, Por exemplo, os indivíduos podem ser afetados por alguma modificação genética irreversível.

Portanto, o estado tem a responsabilidade de investir na pesquisa universitária de estudantes de saúde e tecnologia por meio de bolsas de incentivo, para que os melhores estudantes possam se beneficiar, unir o conhecimento desses grupos e dar continuidade ao desenvolvimento humano. Para garantir o respeito e a saúde pessoal, o Ministério da Saúde deve examinar o uso da biotecnologia no cotidiano humano, investigando a real necessidade de uso desse benefício.