Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 22/10/2020
A biotecnologia começou a ser utilizada no século xx, porém suas técnicas já existiam há muito tempo, mais ou menos desde o ano 1.800 A.C.
Esse processo consiste em criar alimentos genéticamente modificados, clonagem e na manipulação do material genético, isso foi feito na intenção de criar plantas mais resistentes e também, no crescimento mais rápido e produtivo. Com isso, o rendimento se torna mais alto, assim como o custo desses alimentos acaba diminuindo. Porém, esse processo causa muitos danos, tanto para o meio ambiente quanto para a saúde. Para aqueles que consomem com freguência esses alimentos podem acabar correndo sérios riscos de desenvolverem cancêr e desregulatização do sistema endócrino.
Um dos primeiros dilemas éticos dessa questão é o uso direto na espécie humana. Segunda a advogada Renata da Rocha, doutoranda em Filosofia do direito pela PUC-SP, o uso de fertilizante in vitro por casais que não teriam qualquer problema em ter filho apenas para escolher a cor dos olhos e tentar garantir a ele uma vida saudável é um tipo de tecnologia que ultrapassa a ética.
Assim, o uso da biotecnologia no meio ambiente trás a melhoria na produtividade dos alimentos, porém, sua relação social pode afetar de forma negativa, pois o crescente uso desse método pode acarretar no aumento do desmatamento e a liberação de organismos genéticamento modificados no meio ambiente. Dessa maneira, a ética se responsabiliza pela parte ambiental, pois está relacionada na melhoria de qualidade de vida coletiva visando também as gerações futuras.
Desse modo, é necessário que a ética e a biotecnologia encontrem uma conciliação para harmonização social,com isso deve-se propor projetos viáveis o desenvolvimento do país.