Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 25/10/2020

É sabido que a biotecnologia já  contribuiu e vem contribuindo muito para a humanidade, por exemplo, com a produção da vacina e de antibióticos. Entretanto, existe um grande debate a respeito da sua “liberdade”. Por isso, que atualmente, tem se falado muito sobre bioética, melhoramento genético, em específico os alimentos transgênicos.

Contudo, é preciso perceber que, devido aos avanços da biotecnologia, milhões de vidas foram salvas nos últimos cem anos, como a penicilina descoberta por Alexander Fleming. No entanto, várias questões sobre diferentes parâmetros ideológicos têm questionado se certas tecnologias são mais nocivas do que “milagrosas”.

Hoje, os alimentos geneticamente modificados também entram na lista dos avanços da biotecnologia, de qualidade de origem duvidosa, pois estudos em todo o mundo têm mostrado que esses alimentos geneticamente modificados podem causar doenças como o câncer e alterar os hormônios no corpo humano e o seu desenvolvimento. Outra questão relacionada à biotecnologia é o uso de animais para testar drogas e produtos que muitas vezes violam a ética da genética.

Portanto, conciliar os desafios da biotecnologia e da ética precisa despertar a atenção social. O governo federal e a Organização Mundial da Saúde têm a responsabilidade de focar na saúde global por meio de inspeções mais rígidas em todas as pesquisas e experimentos. O Ministério da Saúde deve trabalhar com as empresas privadas para tomar medidas, como manter a transparência no uso consciente da tecnologia genética. Além disso, as escolas devem ter um papel preponderante em relembrar o público sobre o consumo e uso da biotecnologia por meio de palestras com a comunidade e pesquisas sobre ética nos cursos dos alunos.