Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 22/10/2020

Segundo Bertold Brecht, a ciência reconhece um único comando: contribuir com a ciência. Essa contribuição consiste na busca de melhores condições e aprimoramentos de diversas setores da sociedade (indústria, saúde, meio ambiente, entre outros.). Muitos acreditam que desde a antiguidade, os povos utilizavam microrganismos na preparação de alimentos. Ou seja, a biotecnologia está presente na sociedade a muitos tempo.

A maior parte dos avanços tecnológicos traz riscos e benefícios , um exemplo disso são produtos agrícolas geneticamente modificados que alcançam uma longa duração e apresentam maior resistência a pragas, mas provocam danos imensos ao meio ambiente. É fato que as mudanças genéticas nas plantas, animais e humanos já alteraram irreversivelmente o curso da humanidade, provocando dúvidas sobre o real ‘’limite’’ existente no mundo científico.

A ética orienta o comportamento do homem, precisa existir um equilíbrio para que não ocorram riscos para a sociedade e o meio ambiente. Sem esse equilíbrio, a biotecnologia torna-se um risco para todos. Em outras palavras, o uso racional da ciência evita conflitos e disputas armamentistas, desigualdade social e impactos maiores no meio ambiente. O mercado de produtos naturais continua a crescer no Brasil, mostrando que existe meios mais saudáveis e sustentáveis de viver, e que também algumas pessoas estão dispostas a buscar esse equilíbrio.

Portanto, por meio de debates, documentários e propagandas, a população deve ser informada - pelo Governo - sobre os benefícios e riscos da ciência, evitando a desinformação. Nas escolas, o governo deve apoiar as ideias sustentáveis, como hortas comunitárias e reciclagem, para que as crianças possam atuar na linha de frente na preservação ambiental. O Governo deve fiscalizar o uso da tecnologia, criar leis e buscar sempre a preservação e bem estar da população e do meio ambiente.