Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 23/10/2020
As mídias, tanto televisivas como sociais, têm mostrado com frequência que o Brasil vem enfrentando diversos problemas relacionados aos desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética. Os principais fatores que contribuem para essa problemática são relação entre o indivíduo e o meio ambiente e a poluição genética. Nessa perspectiva, medidas são necessárias para combater o problema
Em primeiro lugar, é valido evidenciar que uma das causas do impasse é a relação do indivíduo com meio ambiente. Isso acontece, principalmente, em virtude do crescente uso da biotecnologia na produção de bens para o consumo humano pode ocasionar o o aumento no desmatamento e a liberação de organismos geneticamente modificados (OGM) no meio ambiente com a capacidade de gerar a eliminação de uma espécie, expor espécies a novos patógenos, entre outros. Desse modo, a ética tem responsabilidade ambiental, pois envolve a melhoria na qualidade de vida coletiva preocupando-se com as gerações futuras, divergindo diretamente com a biotecnologia. Nesse sentido, é necessário que medidas imediatas sejam tomadas.
Em segundo lugar, é importante destacar que a poluição genética corrobora de forma intensiva para o entrave. Isso porque essa área da ciência pode interferir negativamente na fauna e na flora, pois utiliza a técnica de troca de genes entre diferentes biótipos, que se inserida de forma de forma errada pode afetar evolução, ou até mesmo acarretar a extinção da população nativa, tanto de plantas como animais, e alterar os padrões de diversidade genética. Exemplos disso podem ser encontrados em uma pesquisa realizado pelo Ministério do Meio Ambiente mostrando que até meados de julho de 2005 houve no total 89 casos envolvendo organismos geneticamente modificados. Senso assim, esses fatores atuam em fluxo contínuo e favorecem a formação de um problema de dimensões cada vez maiores.
Portanto, são necessárias medidas para mitigar a problemática, faz-se necessário que a ética e a biotecnologia consigam uma conciliação para auxiliar na harmonia social. Assim, cabe a Organização das Nações Unidas (ONU) intervir diante de tal impasse, e mudar a realidade, propondo projetos que tornem viáveis o desenvolvimento de cada país, por meio da formação de uma reunião com os líderes dos países, para que possam utilizar na agricultura os transgênicos, contudo associado a sustentabilidade para não degradar o solo utilizando com maior segurança e proteção ambiental, preservando o ponto de vista da ética.