Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 23/10/2020

Segundo o sociólogo Émile Durkhein, a sociedade pode ser comparada a um “corpo biológico”, com várias partes integradas. Desse modo, para que haja coesão, é necessário que exista harmonia entre as partes. Contudo, no Brasil, atualmente, existe um grande entrave em relação à   conciliação da Biotecnologia e a Ética. Esse quadro é fruto, principalmente, da ineficácia do governo em gerir campanhas educacionais voltadas à população, e o fracasso do Estado em punir atitudes criminosas, que ultilizam da biotecnologia de forma maléfica.

Em primeiro lugar, é necessário destacar que, apesar de a Constituição garantir o transporte como direito social básico à igualdade, não é o que se observa em muitos estados do país em relação ao acesso à educação (em respeito à biotecnologia). Isso porque o Estado que, segundo T.H.Marshall, tem a responsabilidade de dar aos seus cidadãos um mínimo de bem-estar e segurança econômica, não cumpre com seu papel. Logo, é mister afirmar que esse problema afeta a sociedade como um todo e, por isso, precisa se combatido

Em segundo lugar, é indiscutível que o poder público se omite frente ao agravamento da situação. Segundo a constituição, cabe ao estado promover o bem a todos, porém isso não ocorre quando o assunto são o punimento de crimes relacionados à biotecnologia. Isso ocorre porque o problema maior na legislação, em sentido lato, consiste no fato de que a teoria nem sempre é aplicada na pratica. Logo, é inaceitável que essa situação se perpetue na sociedade contemporânea.

Portanto,pode-se inferir que a falta de informação é  um entrave que carece de soluções. Desse modo, cabe ao poder legislativo, órgão responsável pelas regras do país, endurecer as punições de crimes relacionados à biotecnologia, por meio de reformas nas leis já existentes, afim de assegurar que a biotecnologia não entre em conflito com a ética. Só assim, observa-se-há uma muança nesse cenário.