Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 24/10/2020

Continuamente a humanidade evolui no quesito tecnologia e traz deveras novidades no mundo, uma das áreas que se beneficiam com esse desenvolvimento é a Biotecnologia, que graças aos seus avanços recentes tornou-se bastante comum no vocabulário das pessoas, um exemplo é o caso da descoberta de traças da cera que pode comer plástico, podendo assim resolver o problema envolvendo esse lixo. Em contraste a esse crescimento positivo encontra-se o lado negativo, que é quando as pesquisas passam do limite instituído pela ética. Pois muito dos produtos criados da engenharia biotecnológica são considerados uma atrocidade, não só é visto como algo cruel como também perigoso para o futuro.

Com a finalidade de melhorar a vida da humanidade no planeta a Biologia continuou a evoluir desde o ponto de virada com a descoberta de Darwin publicada em seu livro ,“A Origem das Espécies”, há cerca de 130 anos. Entretanto, projetos como a clonagem acabam criando uma grande polemica, pois, a clonagem apresenta pontos negativos como; vários fetos morrem durante a gestação ou logo após o nascimento, grande número de anomalias, envelhecimento precoce. Também há pontos positivos sendo eles; a clonagem “terapêutica” que tem a vantagem de não oferecer riscos de rejeição se o doador fosse a própria pessoa, diminuição ou fim do tráfico clandestino de órgãos, utilização da técnica de clonagem para obtenção de células tronco a fim de restaurar a função de um órgãos ou tecido, informações retiradas do ghente.org. O problema é que uma situação assim seria eticamente errada pois a manipulação da vida desse modo é extremamente cruel e fria, por mais que se salva vidas. O maior dilema que a ética enfrenta com a Biotecnologia é a do quão longe se pode ir ou a importância da vida. Em suma, por um limitador no crescimento da engenharia biotecnológica será benigno para o próprio ser humano afinal foram conquistadas muitas coisas com ela, como a cura de várias doenças e alimentos geneticamente modificados.

Portanto, para resolver isso é necessário uma mediada de um pais influente ou de uma organização grande como a ONU, para que sempre haja um acordo entre as duas partes, ética e Biotecnologia, na hora em que se inicia-se um projeto, para ver ser corresponde as normas étnicas e se não limitará muito a pesquisa e isso será feito através de reuniões e debates, de preferência públicos e na presença de um mediado, para que nada seja feito em segredo da população fazendo-a se sentir mais inclusa e podendo opinar sobre o assunto já que sempre são eles que sofrem para essas coisas acontecerem, assim fazendo com que a conciliação entre os dois lados sejam possíveis e possa acontecer suavemente a coexistência entre eles.