Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 24/10/2020
Evoluir ou Sucumbir?
Durante a Segunda Guerra Mundial, a prática da experimentos científicos principalmente na população Judia, transformando judeus em meras cobaias de métodos imorais e desumanos. Não sendo o bastante, a manipulação da biotecnologia enfrenta diversos conflitos éticos, pois, a melhora genética, seja em plantas ou embriões, ainda é imprevisível nos resultados a longo prazo.
No Instituto de Nutrição de York, Inglaterra, em 1999, uma pesquisa constatou o aumento de 50% na alergia a produtos à base de soja, afirmando que o resultado poderia ser atribuído ao consumo de soja geneticamente modificada. Também pode ocasionar no aumento de substâncias tóxicas, já que, é possível o acréscimo de substâncias usadas pelas plantas para repelir seus predadores naturais.
Em seguinte, a questão diplomática também fica abalada quando o assunto bioética entra em cena. Desde a segunda guerra mundial, a questão genética envolvendo humanos tornou-se tabu, devido aos terrores cometidos pelos nazistas em busca de uma raça única e perfeita. Logo, essa ferramenta pode ser usada para causas realmente cruéis como o bioterrorismo, a exemplo, o antraz usado contra os Estados Unidos em 2001. Embora no Brasil não haja um histórico de terrorismo, é necessário tomar precauções.
Diante do que foi retratado, é necessário que o Estado brasileiro tome providências sobre o assunto citado. Por meio do congresso nacional, os deputados devem criar uma lei efetiva, que proíbe o uso antiético da biotecnologia em seres humanos no território nacional, ou seja, com pena de reclusão e cassação do diploma. Ademais, na mesma lei, os congressistas devem elaborar uma parágrafo que explícita o Brasil ser contra qualquer uso anti-ético da biotecnologia em qualquer localidade do globo para fins diplomáticos.