Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 25/10/2020

No inicio do século 21, o uso em larga escala da biotecnologia está auxiliando a produção de produtos geneticamente modificados, ou seja, a produção de organismos geneticamente modificados, e os medicamentos, vacinas e produtos industriais resultantes ilustram o desenvolvimento da genética a eles relacionada. tecnologia.Nessa perspectiva, a relação estabelecida entre organismos e tecnologia tem levado a um impasse na ética, pois reflexões como as consequências para a condição humana e a relação entre o indivíduo e o meio ambiente confirmam o desafio de conciliar a sobrevivência e o desenvolvimento humano. Ética e biotecnologia.

Em primeiro lugar, a falta de respeito pela diversidade coloca em risco o desenvolvimento da biotecnologia, o que significa um desequilíbrio entre a ciência e a humanidade. A bióloga Jennifer Doudna, que usa ferramentas CRISPR-Cas9 para edição de genes, expôs o perigo de modificar o DNA com tendências hegemônicas, ou seja, editar certas características que são consideradas “melhores” para fazer humanos Em direção à homogeneidade.Portanto, com base na experiência passada da Alemanha nazista em 1940 e sua tendência a usar “filtros de hegemonia” para apoiar a “raça ariana”, é compreensível que o desrespeito à diversidade seja um dos impasses de opiniões. Existem divergências sobre o investimento neste campo da ciência.

Além disso, a competição entre países e o uso irracional de tecnologia enfrentam desafios no campo das ciências biológicas. O físico Stephen Hawking, assim como Jennifer Dunner, discutiu a demanda infinita pelo progresso científico: segundo ele, os humanos tendem a se autodestruir.Como resultado, a substituição gradual da natureza pelo homem e a substituição gradual da moralidade pelos produtores tiveram consequências irreparáveis ​​para o meio ambiente e a humanidade. Por exemplo, de acordo com o INPE, um aumento de 20% foi do desmatamento na região amazônica para o estabelecimento de uma cultura única e relações externas. Competição feroz de outros países no mercado.

Portanto, é necessário chegar a uma conciliação entre ética e biotecnologia para promover a harmonia social. Portanto, diante desse impasse, as Nações Unidas devem intervir e se reunir com os líderes nacionais dispostos a mudar a realidade das consequências da falta de conciliação entre a biotecnologia e a ética e propor projetos. Viabilizar o desenvolvimento do país, porém, para mitigar intervenções éticas no comportamento, como o uso de tecnologia geneticamente modificada na agricultura, deve-se vincular a sustentabilidade, de forma a não utilizá-la para degradar o solo no contexto de maior segurança e proteção ambiental, mantendo Um ponto de vista ético.