Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 25/10/2020

A tecnologia viabiliza o conhecimento científico em diversos campos de pesquisa. Sendo a moralidade a aplicação prática da ética, no contexto atual esses termos têm sido discutidos inúmeras vezes, principalmente envolvendo a biotecnologia. Nesse sentido, é importante analisar as dificuldades entre a ética e a aliança da biotecnologia, bem como os possíveis danos e benefícios à saúde humana.

Em uma primeira análise, sabe-se que a medicina se desenvolveu quando a tecnologia passou a ser usada para tratar doenças que exigiam quimioterapia (como o câncer), que incluía o uso de máquinas que emitem radiação ionizante. Como resultado, conforme evidenciado pela “tecnologia que conduz o mundo” de Steve Jobs, o número de pessoas que sobrevivem a essas doenças aumentou. Além disso, nesses casos, a ética deve ser observada, pois a biotecnologia é utilizada para melhorar a condição humana.

Segundo Aristóteles, filósofo pré-socrático: “Nosso caráter é o resultado da nossa conduta”. Portanto, isso é positivo na forma como a biotecnologia é usada. Além da pesquisa com células-tronco, a criação de vacinas também representa descobertas que podem aumentar a imunidade contra doenças infecciosas, como vacinas e terapia celular totipotente, relacionadas ao tratamento de doenças degenerativas.

Portanto, deve-se destacar que embora a conciliação entre biotecnologia e ética seja difícil, ela é fundamental. O desafio é universal, pois os governos devem monitorar o uso dessa tecnologia e formular leis específicas para punir os abusos da ciência de forma a não causar nenhum dano à saúde humana. Portanto, as pessoas esperam que as pessoas respeitem mais os direitos humanos, que são comuns.