Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 25/10/2020
Depois o avanço tecnológicos terceira revolução industrial, as mudanças dessa revolução se distribuíram para diversas áreas e que está entre ela o desenvolvimento da Biotecnologia. O avanço da biotecnologia levou o poder jurídico a pensar em questões tal qual a clonagem, reprodução artificial, produção de alimentos transgênicos e uso de células-tronco. O melhoramento do conhecimento demonstra um progresso para com a sociedade. A controvérsia, no entanto, é servida na maneira com que o conhecimento está sendo usufruído.
Desse modo, pode-se argumentar, tendo exemplo de uma mudança mais invasiva, de acordo com o site “Biologia para Biólogos”, a ferramenta CRIPR-Cas9 que tem como função permitir a modificação no genoma de uma espécie, o que quer dizer que o humano pode possuir a curto prazo a chance de conseguir modificar as características de um embrião, podendo mudar dentre algumas coisa a cor dos olhos, cabelo, coloração da pele, daquele embrião.
Mas, infelizmente, essa viabilidade de se mudar a aparência do bebe antes de seu nascimento pode acabar gerando alguns estereótipos, voltando com problemas como o preconceito, mas também em contraste com isso pode acabar acontecendo o fim de preconceitos mesmo que a custo da identidade única que aquela pessoa iria ter, além de se ter a chance disso nos trazer um meio de alienação através de características mais desejadas pelos pais das crianças.
Dessa forma, perante o que foi falado, é a ONU(Organização das Nações Unidas) que deve decidir, proporcionando reuniões entre seus representantes com a presença especialistas no assunto, para argumentar sobre limites se devem ou não serem postos sobre as alterações na genética. E essa reunião deverá ter o objetivo de instituir o equilíbrio entre o avanço da biotecnologia e a ética. E com isso feito o mundo poderá voltar a um estado de tranquilidade sobre esse assunto.