Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 26/10/2020

O nazismo: movimento político iniciado no final da década de 20 na Alemanha sob liderança de Hitler. Nesse cenário, a principal ideologia nazista era a supremacia branca. Assim, afim de provar a superioridade “ariana”, experimentos médicos foram feitos em humanos e animais de formas hediondas. Com isso, muitas normas éticas na medicina foram criadas. De modo semelhante, no Brasil atual, ramos da biotecnologia tem enfrentado desafios em ser vistos como éticos. Isso devido a esses procedimentos serem potenciais criadores de castas biológicas e pela criação de alimentos que prejudicam a saúde humana.

Primeiramente, é mister ressaltar que castas biológicas podem ser criadas através dessa tecnologia. De modo explicativo, isso é possível pois o DNA é editável. Concorda com isso a bióloga Joyce Espósito, que diz que é possível retirar genes dessa molécula com o uso de “enzimas de restrição”. Porém, o acesso à biotecnologia é exclusivo de uma pequena parcela da população. Desse modo, apenas os mais ricos poderão ter filhos com características vistas como superiores pela sociedade. Assim, isso causará uma maior desigualdade entre brancos e pobres. Logo, medidas devem ser tomadas para combater esse problema.

Outrossim, é valido salientar que a edição gênica cria alimentos prejudicadores à saúde humana. Com relação a isso, tem-se o exemplo da soja transgênica que, segundo o site de questões salutares “saude.acate”, aumenta o risco de câncer. Sendo assim, visto que essa doença podem ser mortais, subterfúgios que resolvam esse problema devem ser encontrados.

Portanto, cabe ao Estado tornar crime a importação, a produção de alimentos “melhorados geneticamente” e  a edição genética em pessoas. Essa ação acontecerá por meio