Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 26/10/2020
Segundo Darwin, a espécie se adapta ao seu habitat com base nas pressões ambientais. Portanto, a evolução é entendida como um mecanismo natural de manutenção do equilíbrio ecológico. Portanto, o abuso da biotecnologia é um risco, seja colocando em risco a segurança pública ou a resistência de certas espécies.
De fato, é importante destacar que a ciência pode ser usada como uma arma. Prova disso foi a 2ª Guerra Mundial, em que o conhecimento de processos de esterilização foi empregado contra a vontade de algumas minorias. Hodiernamente, a edição de patógenos é a maior ameaça em um eventual conflito. Acerca desse tópico, nota-se que o saber é um meio de dominação.
Não há dúvida de que as pesquisas genéticas realizadas por Mendel trouxeram opções para a prevenção de doenças genéticas. No entanto, algumas pessoas desejam escolher recursos por meio da estética. Portanto, a baixa variabilidade genética ameaça a manutenção humana. Portanto, mesmo com essa possibilidade, não há garantia de que o controle moral seja inaceitável.
Portanto, a questão de desafiar a bioética é óbvia. Portanto, ao formular normas científicas destinadas a regulamentar seus projetos, torna-se urgente a atuação do poder legislativo. Além disso, a mídia deve aumentar a conscientização das pessoas sobre os direitos das pessoas por meio de campanhas. Dessa forma, é possível quebrar o abuso antiético da biotecnologia.