Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 26/10/2020
Platão, há dois milênios,idealizou em sua obra “A república” a teoria da cidade justa, em que nela ,tudo era perfeito. Entretando, no Estado brasileiro hodierno,observa-se que a tese do filósofo grego perde espaço quando comparada á realidade do país,tendo em vista os árduos desafios da sociedade atual para obter a consciliação do uso da biotecnologia de forma ética,devido,marjoritariamente ao fator informacional e a ineficiência governamental.
Em primeiro plano,faz-se imprescindivel verificar o fator midiático como prepulsor da problemática.No século das luzes (XVIII), o iluminismo difundiu informações que causaram a queda do absolutismo. Desse modo,vê -se a função dos meios de comunicação denunciadores de impasses sociais. Entretanto, no Brasil contemporâneo as mídias deixaram de apontar problemas sociais ,tal como o uso nêgligente da biotecnologia e a importancia de seu uso de forma ética .Com efeito,devido á ausência de conbranças,o governo não atua de forma eficiente nas fiscalizações e nas advertências á cerca dos prejuizos do uso antiético da biotecnogia.
Ademais,faz-se indubitável apontar a negligência do poder público um agente que fomenta o impasse. Nesse contexto o filósofo inglês John Loke afirma que o Estado,mediante a um contrato social deve garantir a todos os indivíduos o direito ao bem-estar.No entanto, na prática, nota-se o oposto dos ideais de Locke,uma vez que o Estado não cria politicas públicas que solucione os desafios para o uso da biotecnologia de forma ética,de modo a contribuir para a crescente ativiade da biotecnologia para fins pessoais ,de forma prejudicar não apenas a sociedade,como tambem também ao meio ambiente .
Portanto,medidas estratégicas devem ser tomadas. Para que o uso da biotecnologia seja pautada na ética e no bem coletivo, urge que o Ministério da Cidadania junto as mídias,crie,por meios de verbas governamentares,campanhas de consciêntizacão e reivendicações, que contemplem os prejuizos gerados pelo uso egoísta e antiético da biotecnologia na saúde das pessoas e no meio ambiente, com intuíto de precionar o Estado é instituições prívadas para uma melhorá na fiscalização e nos cuidados ácerca dos procedimentos utilizados na área da biotecnologia. Dessa modo,caminharemos de forma mais efetiva á cidade idealizada por Platão.