Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 15/11/2020

No século XXI, a engenharia genética tem ganhado atenção em diversas áreas, sendo uma delas principalmente a biotecnologia. Com isso, pode-se desbravar inúmeras considerações para o bem estar social, como exemplo os exames, diagnósticos e tratamentos. No entanto, a falta de ética quando aplicado ao uso desse campo de estudo pode ser um agravante na sociedade atual, visto que é lucrativo, porém pode prejudicar milhões de pessoas.

Inicialmente, é válido mencionar que a medicina está constantemente atrelada ao uso da biotecnologia no campo de atuação. O mapeamento do DNA foi um estudo que obteve grande sucesso, sendo possível realizar exames de paternidade, herança genética e a manipulação dos genes. Em contrapartida, há um certo receio da população mediante a esses estudos, uma vez que existe um preconceito enraizado, resultante de uma ignorância. Tal fato, mostra-se que um dos fatores relaciona-se a um conceito de que essa manipulação não é bem vista por crenças religiosas, sendo considerada anti-ética. Dessarte, ilustra que um dos principais desafios enfrentados é a negligência humana.

Para mais, a engenharia genética também atinge as grandes plantações que abastecem tanto o Brasil, como o mundo. O cientista Albert Einstein expressa que se tornou óbvio que a tecnologia ultrapassou a humanidade. Para tal argumento, nota-se que o uso da biotecnologia mudou a maneira de se plantar, logo após a inserção dos trangênicos no setor rural. Todavia, esse processo pode resultar em uma série de problemas, sendo uma delas o risco à saúde humana, pela adição de um alimento geneticamente modificado na alimentação. Em muito casos, o uso continua sendo liberado, já que é uma prática lucrativa, mas é anti-ético a medida em que há uma inadvertência nos casos relatados, para melhor imagem do empreendimento.

Em virtude dos fatos mencionados, é dever do Ministério da Saúde -com o apoio da mídia- procurar medidas para buscar melhor um apoio da sociedade no uso da engenharia genética, por meio de anúncios de veracidade em relação aos estudos -com o auxílio de argumentos de autoridade- para que a população se sinta segura e se tornem conscientes e istruídas. Outrossim, é o Ministério do Meio Ambiente averiguar -com a ajuda de engenheiros agrônomos- o uso correto de produto agrícolas, por meio de vistorias e fiscalizações frequentes, a fim de evitar consequências na vida humana de forma global.