Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 10/11/2020
Com eventos de extrema importância para o desenvolvimento científico, como a Revolução Industrial e as disputas da Guerra Fria, a humanidade tem conseguido realizar feitos inovadores, um deles é usar a biotecnologia para se beneficiar. No entanto, a maioria dos processos realizados tem fins lucrativos, com pouca ou nenhuma atenção ao bem-estar das espécies utilizadas para experimentos ou aos interesses das espécies que consomem o produto final. Portanto, esse comportamento leva a problemas de saúde da população e ao abuso de animais. Por prejudicar a moralidade humana, é um problema que precisa ser amenizado.
Em primeiro lugar, é importante analisar alguns dos problemas trazidos pela indústria da carne, como o tratamento desumano dos animais, porque para os proprietários de gado, são apenas commodities. Em 2011, a Bélgica produziu gado com músculos maiores do que pessoas normais por meio de mutações genéticas, com o objetivo de produzir mais carne em menos tempo, trazendo mais lucros para empresas que trabalham com alimentação animal, segundo o site de notícias O Declaração da Globo. Nesse preconceito, fica claro que, quando se trata de lucros corporativos, a atenção aos valores éticos é deixada de lado.
Além disso, no Brasil, o consumo final das plantas pode ser adaptado a qualquer clima do país e pode ser preparado para colheita em um curto período de tempo por meio da biotecnologia. Outra forma de acelerar o crescimento e dobrar o tamanho das plantas e frutos é o uso de agrotóxicos, pois os agrotóxicos poluem o corpo humano e o solo, alguns dos quais extremamente prejudiciais à saúde humana e ambiental. Como resultado, esses métodos têm causado problemas como o aumento do desmatamento (por meio das ações dos agricultores que crescem cada vez mais em alguns hectares do país) e o declínio da saúde da população brasileira.
Portanto, pode-se inferir que a falta de ética no ambiente da biotecnologia terá um impacto negativo na vida de animais e humanos. Nessa perspectiva, a Organização das Nações Unidas (ONU) deve se associar a países voluntários e estimular mudanças nos hábitos da indústria de consumo por meio de programas e penalidades, reduzindo assim o tratamento cruel de animais. As Nações Unidas também devem usar a grande mídia para alertar as pessoas em cada país sobre os riscos à saúde de mutações genéticas e pesticidas, para que as pessoas possam pressionar seus respectivos governos. Com essa visão, a sociedade não será mais tão cruel e saudável.