Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 11/11/2020
No cenário atual, a tecnologia se mostra eficiente na conciliação da biotecnologia e a ética. O desenvolvimento da tecnologia humana habilitou o surgimento da biotecnologia, principal responsável pelo avanço da saúde, porém para que a mesma não seja utilizada de forma errada é necessário impor limites éticos. No entanto, é preciso vencer os empecilhos a fim de que haja uma conciliação nesses aspectos trazendo um futuro vigoroso.
Segundo Darwin, “o ser humano está em constante processo de evolução”. Dessa forma, percebe-se que as relações humanas e que a tecnologia são resultado dessas interações. Ademais, a vida humana e a ética estão contrariando a teoria da socióloga Hannah Arendt, sobre a “banalização do mal”, o indivíduo pode ser acometido por alguma modificação genética irreversível, sem saber os efeitos futuros que podem causar. Logo, é preciso analisar os efeitos colaterais dos avanços tecnológicos.
Eventualmente, as pessoas de classe alta passaram a utilizar a engenharia genética para gerar lucro em suas empresas. Assim como, os filósofos, Theodor Adorno e Max Horkheimer, que formularam o termo “indústria cultural” para mostrar o fato de o capitalismo ter se sobressaído no avanço tecnológico com finalidade de manipular a sociedade, potencializando seus lucros. Sendo assim, pode-se perceber que a ideologia que gera necessidades em quem manipula informações, também constitui um entrave à ética na ciência.
Diante do que foi exposto, fica evidente a existência de obstáculos a serem vencidos para a conciliação entre a ética e a biotecnologia. Para que haja conscientização a respeito dos problemas derivante do desenvolvimento biotecnológico, é essencial que o Ministério da Ciência e da Tecnologia, por meio de verbas do governo, crie campanhas de alcance, informando o quadro atual do Brasil em relação a biotecnologia. Em virtude de garantir o respeito e a saúde da população modernamente.