Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 13/11/2020

No holocausto - símbolo de tortura e extermínio - diversos experimentos com a vida humana foi realizado, colocando de lado questões éticas, a fim de buscar uma “evolução científica”. Atualmente, com o avanço da tecnologia faz-se necessária a discussão acerca do tema, evidenciando os limites morais da Biotecnologia e analisando questões positivas e negativas da sua utilização.

Em primeiro lugar, o avanço científico trouxe benefícios aos seres humanos. Dessa forma, a Biotecnologia não restringiu-se apenas no campo da ciência e passou a fazer diferença no setor econômico. Com isso, criaram-se alimentos transgênicos - soja e milho -, o que favoreceu a produção em massa e a venda de produtos secundários. Entretanto, aliado ao progresso, consequências negativas surgiram em decorrência de tal ato. Dessa maneira, o cerrado brasileiro entrou na lista do hotspots, passando a ser um dos biomas em risco de extinção por conta do desmatamento em favorecimento ao plantio.

Desse modo, a engenharia biotecnológica revolucionou a saúde. Assim, doenças letais puderam ser controladas através da aplicação de vacinas, soros e até remédios, é o caso, por exemplo, da diabete, que por meio da insulina o paciente tem maior expectativa de vida. Mas, apesar dos benefícios, é necessário haver equilíbrio entre ética e a Biologia. Para isso, o setor judiciário tem papel fundamental, julgando atos profissionais que fujam do código bioético. Sendo assim, haverá a construção de um futuro próspero, comprometido com a ciência e com questões morais.

Portanto, com o intuito de promover o desenvolvimento ao passo de não comprometer a étnica, instâncias mundiais deve trabalhar em conjunto. Por isso, cabe à Organização Mundial da saúde promover orientações para cada país respeitar o Código de Nuremberga, além do bioético. Logo, a discussão dessas cláusulas devem ser discutidas durante as Assembleias Gerais a fim de estimular o cumprimento da legislação. Então, atos de tortura como no holocausto  não será mais praticado erroneamente.