Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 14/11/2020
Em um grave acidente de trânsito, toda sua família foi morta e William, um sobrevivente e famoso neurocientista, decidiu usar seus métodos de trabalho para violar qualquer lei que impedisse essa atitude a fim de recuperar suas vidas. E usa-los como cobaias para pesquisas. Após o término do filme encontraremos os problemas esperados:problemas relacionados ao livre arbítrio, à ética por trás de certos comportamentos, etc. Porém, deve-se ressaltar que com o rápido desenvolvimento da biotecnologia, discutir questões como as introduzidas no filme (duplicata) tornou-se extremamente importante para o campo ético que criamos, por isso deve repensar.
Primeiramente, é preciso que no haja dúvidas em crer que não é de hoje que questões relativamente culta semelhantes essas espreitam inúmeros e debates importantes em nossa sociedade. Os filósofos ingleses Jeremy Bentham e J. S. Mill, por exemplo, árduos defensores do movimento denominado Ublitarismo,expressaram, já no século XVIII, a ideia da felicidade em seu maior valor possível quanto às práticas exercidas no mais geral dos acontecimentos: grosso modo, a relação entre o bem e mal dos atos humanos. Nessa perspectiva concluir que possíveis modificações genéticas e reproduções artificiais com o intuito de tornar o individuo isento de problemas que possivelmente seriam por ele desenvolvidas, nos faz, ou ao menos deveria, pensar sobre sua devida acessibilidade consequências em todo o âmbito que é o ser humano.
Por outro lado, percebe-se que há cada vez menos problemas relacionados aos chamados interesses supremos, e eles não atingiram o nível exigido. É concebível que em um país onde milhares de pessoas não têm nenhum alimento, as mesmas pessoas com fome não se importem com a plenitude do debate. Pelo menos é possível concluir que uma vez que os métodos para realizar todos os benefícios teóricos da biotecnologia se tornem “alcançáveis”, “uma característica de apenas para os ricos e estudantes da região. Portanto, deve haver uma democratização do acesso às informações sobre o futuro de cada pessoa, que devem ser capazes de afetar sua pobreza e curta permanência neste planeta.
Ao final, cabe ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Propaganda divulgar e acessar o assunto e seu impacto na sociedade humana. Não se limita apenas à televisão, mas é extremamente importante que façam essas sugestões por meio da “Internet”, incluindo as redes sociais e amplamente utilizadas. Depois de facilitar a discussão de todos ao final poderemos analisar de forma adequada e necessária os desafios da conciliação entre a biotecnologia e a ética e a vida humana na Terra com as forças apropriadas.