Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 15/11/2020
Durante a Guerra do Vietnã, uma arma biológica chamado agente laranja foi utilizada no território asiático, onde ainda é o responsável de várias crianças nascerem com severas sequelas, mesmo já tendo passado mais de 40 anos desde o conflito. Isso gerou uma discussão sobre o uso da biotecnologia. Entretanto, essa ciência pode trazer a cura para várias doenças ainda sem tratamento, além da criação de alimentos transgênicos.
Mesmo com anos depois dos ocorridos da Guerra do Vietnã, o conflito ainda causa vítimas. O site da filial da empresa alemã de pública de radiodifusão no Brasil, Deutsche Welle Brasil, mostra a situação do país. Além de sofrer com falta de pesquisas sobre o assunto, a região ainda tem que lidar com gerações de pessoas que já nasceram com algum problema genético por conta do agente laranja.
A biotecnologia tem sido bastante discutida, principalmente tratando sobre mudança genéticas em bebês, onde seria possível fazer-lá mais saudável ou até mesmo escolher a cor de seus olhos, com diz a Associação Catarinense de Tecnologia. Porém, também é debatido na matéria sobre a criação de alimentos modificados, para que cresçam mais fortes e maiores. Isso na teoria traria benefícios tanto para o produtor como o consumidor, porém não se tem muitos estudos sobre como isso pode afetar a saúde humano a longo prazo.
Acredita ser necessário a criação de bate papos entre a sociedade científica e o cidadão comum, para que seja explicado os malefícios e os cuidados necessários sobre a biotecnologia. A comunidade científica deve buscar também as consequências a longo prazo com o consumo de alimentos modificados, para que assim tome-se um decisão sobre o assunto. Além disso, também se vê necessário aumentar a empatia com o próximo, com projetos sociais feitos em vários ambientes públicos, além da população cobrar de seus governantes a proibição total da criação desse tipo de arma, para que evite ser criados outras armas biológicas destrutivas como no passado.