Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 16/11/2020
Segundo a obra “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, o fundamento de base por uma sociedade futurista se precede de avanços tecnocientíficos e a organização em meio de um pré-condicionamento biológico. Nesse sentido, é possível identificar certa similaridade dessa sociedade com o senário de globalização das nações, em que o avanço da biotecnologia passa por uma questão de ética social perante a preocupação sobre a erradicação de doenças e possíveis guerras biológicas.
Outrossim, vale ressaltar que esse progresso tende ser entendido com certa importância, por debates e pesquisas cientificas na sociedade. Em exemplo, o (MIT) Instituto de Tecnologia de Massachusetts considerou o projeto Atlas celular, como motivo e objetivo de catalogar os tipos de células do corpo humano por tecnologia de microfluidos e sequenciamento genético, e entender a funcionalidade da célula humana por monitoramento e tratamento de doenças.
Ademais, essas perspectivas modificações genéticas, podem provocar alteração nos genes humanos, que de certa forma, torna o indivíduo vulnerável, por problemas que podem se desenvolver futuramente. No entanto, no ano de 1972, foi realizado o tratado da Convenção de Armas Biológicas, que na situação de guerra biológica contra vários tipos de patogênicos, vírus, bactérias e outros, a necessidade de evitar esses problemas é essencial para manter a economia e a paz nas nações.
Mediante esses fatores, torna-se evidente que o Estado deve agir unido as indústrias biotecnológicas, e as grandes potencias mundiais, através da aplicação de protocolos e a democratização do acesso as informações relacionadas as pesquisas científicas e os benefícios da biotecnologia. Além disso, ter o objetivo e a importância de aumentar a saúde da sociedade, garantindo a segurança das pessoas em relação a doenças e proporcionar o progresso da saúde e tecnologia para as próximas gerações.