Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 16/11/2020

Promulgada pela ONU em 1934, a declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação, saúde e bem-estar social. Conquanto, os desafios de conciliação com a ética, devido aos possíveis atos invasivos genéticos dos procedimentos e os impactos sociais e ambientais de ações bruscas nos processos biotecnológicos impede que uma parcela da população desfrute desse direito universal na pratica.                                                                                                        Em primeiro plano, é preciso atentar para a impunidade presente na questão nessa perspectiva, a máxima de Martin Luther King “a máxima num lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo lugar” cabe perfeitamente. Desse modo, tem-se como consequência a generalização da injustiça e a prevalência do sentimento de insegurança coletiva no que tange a biotecnologia na possibilidade de mudar a aparência humana antes do nascimento. Essas possíveis mudanças podem formar uma padronização de imagem inferindo em culturas e levando a problemas como o preconceito.                          Além disso, a biotecnologia encontra terra fértil na falta de empatia. Na obra “modernidade líquida”, Zygmunt Bauman defende que a pós-modernidade é fortemente influenciada pelo individualismo. Em virtude disso, há, como consequência a falta de empatia, pois, para se colocar no lugar do outro, é preciso deixar de olhar apenas para si. Essa liquidez que influi sobre o esquecimento a questão do uso da biotecnologia contra doenças genéticas que podem ser evitadas e no desenvolvimento de vacinas funciona como um forte empecilho para si.                                                                                                 Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que a Comissão de Ética Pública (CEP) juntamente com o Ministério da Educação, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, realize reuniões onde serão discutidos as áreas da biotecnologia que devem ou não de acordo com a ética serem usadas para impor os limites do poder humanocontrolar   Esse ocorrera por meio de palestras, aulas praticas e expositivas, focadas em preparar os trabalhadores para receber os idosos no mercado de trabalho. Dessa forma o Brasil poderia lidar com os idosos no mercado de trabalho.