Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 14/11/2020
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem como características mais marcante um nacionalismo ufanista, no qual acredita em um Brasil utópico. Entretanto, o descasos com os desafios para conciliação da Biotecnologia e a Ética torna o país mais distante do imaginado pelo personagem. Assim, seja pela negligência perante a espécie humana, seja capacidade de destruição que a Biotecnologia tem, se for usada erroneamente, o problema permanece silenciosamente afetando parte da população e exige uma reflexão.
Primeiramente, é válido ressaltar que o uso da Biotecnologia sem o auxílio da ética traz consequências irreversíveis ao ser humano. De acordo com embasamentos históricos, constatados por livros didático que abordam a violência de experimentos feitos no contexto de guerra por alemãs naquelas pessoas consideradas prisioneiros de guerra, testando tecnologias recém descobertas. Dessa forma, existe um cerceamento das liberdades individuais de um indivíduo, tornando-se anti ético.
Além disso, é sabido reconhecer como a Biotecnologia “mal planejada” é prejudicial a população podendo chegar a nível internacional. Segundo a história no contexto de Segunda Guerra Mundial o avanço maciço da ciência em conjunto com a Biotecnologia propírciou o maior número de baixas na guerra. Nesse sentido, esse comportamento de guerrear se torna imoral e consequentemente não há o exercicio da ética.
Torna-se evidente, portanto, a urgência de alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever do Estado elaborar leis para os departamentos científicos que force a obrigatoriedade de junta a Biotecnologia e a ética, por meio de códigos de leis para que a história não se repita da mesma maneira sangrenta e tortuosa.