Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética
Enviada em 05/12/2020
O avanço da ciência cada vez mais acelerado após a Segunda Guerra Mundial, favoreceu consideravelmente o combate a algumas doenças, com a criação de remédios e vacinas antes desconhecidas. Devido a isso, a evolução da biotecnologia se tornou muito importante para a prosperidade humana, aumentando a qualidade de vida dos indivíduos e um progresso da humanidade. No entanto, para que haja conciliação entre a biotecnologia e a ética, é preciso um consenso entre ciência e os direitos humanos, e que haja uma fiscalização governamental para impedir que abusos ocorram por uma das partes.
Em primeira análise, é mister analisar que o avanço da biotecnologia deve caminhar junto com os direitos humanos. Visto que a evolução da ciência na área da saúde trás benefícios para os cidadãos, com descobertas de tratamentos médicos, aperfeiçoamento de outras condutas, e a cura dezenas de doenças, a ciência anda junto com os direitos humanos ao garantirem as condições básicas de subsistência como saúde e também alimentação, com a criação de plantas transgênicas, com maior produtividade, garantindo alimento para todos os indivíduos.
Em segunda análise, vale salientar que a ciência poderá ultrapassar seus limites éticos, ferindo a integridade e segurança da população. Logo, deverá haver uma fiscalização governamental para que impeçam ações antiéticas, como a criação de clones humanos, a fecundação in vitro de indivíduos saudáveis apenas para a escolha das características genéticas, a doação de óvulos congelados sem o consentimento da paciente, entre outras medidas. Dessarte, caminharão harmonicamente a ética e a biotecnologia.
Portanto, visando garantir uma relação harmoniosa de ambas as as partes, medidas são necessárias. O Governo Federal, conjuntamente com o Ministério da Saúde, deverão criar um órgão fiscalizador, que acompanhará todos os procedimentos e evolução da biotecnologia, para que não entre em desacordo com a ética, ferindo a segurança dos indivíduos. Evitando assim, que conflitos ocorram entre as partes, e consigam viver de forma harmônica sem trazer prejuízos aos indivíduos.