Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 15/12/2020

Durante o século XX, ocorreu a Segunda Guerra Mundial, consequentemente com seu fim trouxe inúmeros avanços na tecnologia e medicina. Atualmente, a sociedade discute os limites da entre medicina e ética, o que prejudica toda a população. Logo, percebe-se que existem dois grandes fatores: o conhecimento científico e a ética.

Antes de tudo, é evidente que a ciência possibilita a perpetuação da existência humana. Acerca deste tópico, a Constituição Federal de 1988, explícita no seu artigo 5º o direito à saúde, entretanto é necessário liberdade na ciência para que ela possa continuar a produzir e elaborar formas de perpetuar a nossa espécie. Nesse sentido, os avanços na área da saúde são constantemente essenciais.

Dentro dessa perspectiva, deve-se respeitar limites éticos que foram estabelecidos na convivência em sociedade. Sob essa ótica, as ideias do filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como uma violação do ‘‘contrato social’’, já que o Estado não cumpre sua função de elaborar medidas restritivas ao uso indevido da biotecnologia, tais como ameaças a vida humana. Logo, medidas governamentais são indispensáveis.

Depreende-se, portanto, a necessidade de amenizar esses efeitos. Para isso, é imprescindível que o Estado, por intermédio de leis e normas, regularizem as práticas do uso da tecnologia na saúde e estabeleçam normas que garantam a segurança da população a fim de que a sociedade possa continuar saudavel e segura. Assim, se consolidará uma sociedade mais livre e ética, em que o Estado desempenha corretamente seu ‘‘contrato social’’, tal como afirma Jonh Locke.