Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil

Enviada em 30/08/2019

Bolsas como o PROUNI e FIES tem facilitado e muito a ingressão dos alunos as instituições superiores. Entretanto, com a falta de assistência estudantil e cortes de verbas a evasão universitária se torna crescente e um tema de extrema importância.

Muitos alunos chegam a universidade com diferentes padrões socioeconômicos, porém aqueles estudantes que apresentam uma situação de vulnerabilidade ao passarem por uma avaliação socioeconômica terão direito a auxílios que os ajudarão a terminar a tão sonhada faculdade. Entretanto, a área de assistência estudantil não consegue mais atender a demanda que cresce ano após ano e acaba deixando o universitário muitas vezes desamparado e este por estar longe de sua casa não consegue se manter e também a carga horária que tem o seu curso ,muitas vezes, torna-se inviável a possibilidade de conseguir um emprego. Com isso, muitos alunos acabam desistindo e deixando para trás este sonho.

Corte de 30% de verba valerá para todas as universidades federais que segundo o governo foi aplicado em cima das despesas não obrigatórias que seriam : cortes em água, luz, equipamentos, obras e realização de pesquisas. Com isso, a universidade sem ter dinheiro acaba diminuindo a quantidade de vagas disponíveis para ingressão afim de reduzir os gastos, além do mais os alunos poderão ficar sem materiais e sem desenvolver suas pesquisas acadêmicas o que prejudica e muito a sua base curricular. E assim, muitos alunos começam a perder o interesse no curso, ficando desmotivados a continuar e com isso contribuem para a crescente taxa de evasão universitária.   Contudo precisa ser de claro entendimento que os alunos ao desistirem do seu curso, serão muito prejudicados na hora de entrarem no mercado de trabalho podendo aumentar assim, a taxa do desemprego. Para conseguirmos progressivamente diminuir as taxas da evasão universitária e garantir um futuro com milhares de possibilidades para todos é necessário que as universidades invistam em programas de tutoria especiais e políticas de assistências estudantis e juntamente com o governo que deve investir em pesquisas e estudos sistemáticos sobre o tema para que consiga compreender mais e assim encontrar formas eficientes de mitiga-lo.