Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil
Enviada em 09/09/2019
Conforme o tempo passa, exige-se um comportamento cada vez mais inteligente e preparado para todos os campos de atuação da vida. Nesse contexto, com a Globalização e Revoluções industriais, para se conseguir emprego, principalmente, é cobrado, na maioria das vezes, uma formação universitária em tal área. Em contramão à isso, no Brasil tem diminuído a quantidade de aluno nas faculdades. Por esse ângulo, deve-se investigar fatores que fazem isso acontecer e solucioná-las.
A priori, no atual governo é frequente o corte de verba, devido a crise financeira, para todos os ministérios, inclusive o MEC( Ministério da Educação). Nessa óptica, o mais recente foi na CAPES( Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), no qual foram cortadas cerca de 5.200 bolsas de renovação, ou seja, para novos alunos. Dessa feita, ações como essas vão de encontro ao progresso brasileiro no que diz respeito a participação da pessoa sobretudo em pesquisas.
A posteriori, biologicamente, o cérebro humano é composto por duas massas: cinza e branca. Assim, esta termina sua maturação com cerca dos 20 anos, por isso que no período de transição entre adolescência e a fase adulta há uma indecisão por parte de alguns, quanto à perspectiva de futuro desses indivíduos, como exemplo. Por essa vereda, o jovem pode fazer escolhas que não condizem com sua personalidade, tendo como consequência a futura frustração e desistência da carreira acadêmica.
Diante disso, são muitas as importâncias do curso superior e deve-se resolver esses desafios. Portanto, cabe ao governo trabalhar para acabar com a crise, através da desestatização de empresas e abertura do mercado, a fim de elevar a economia e evitar os contingenciamentos. Cabe a ele ainda, por meio do MEC, incorporar na grade de aulas, disciplinas direcionadoras de vocações, com o objetivo de acalmar e suprir a debilidade dos futuros ingressantes.