Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil

Enviada em 13/09/2019

Desde a educação básica, a geração do século XX, em diante, é auxiliada desde os primeiros passos acadêmicos à sonhar e buscar por um curso de nível superior, logo após o ensino médio.  O ingresso na tão sonhada faculdade é um objetivo de muitas pessoas, principalmente para os jovens. Dessarte, todos os anos, milhares de alunos ingressam em universidades no Brasil, seja pública ou privada, a evasão universitária é uma realidade presente. São diversos os motivos que ocasionam tal conjuntura, razão pelo qual, busca-se mitigar essa problemática.

Primordialmente, sabe-se que o maior caminho para o sucesso é o estudo, contudo, caminhar sem tropeços é bastante ímprobo. Como dizia o grande filósofo Aristóteles, a educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces. De acordo com o excerto citado, compreende-se que o ensino é uma longa jornada espinhosa, porém os resultados são gratificantes. Com isso, a sociedade contemporânea busca cada vez mais se qualificar profissionalmente , e as faculdades , sempre mais lotadas.

Seguidamente, com o grande número de estudantes nessas instituições, há também os desistentes. São estes, acadêmicos que trancam seus períodos a longo ou curto prazo, ou até mesmo, definitivamente. Falta de recursos — mesmo que em instituição pública — pressão familiar, mudança de cidade, trabalhos, entre outras coisas, são as maiores razões deste entrave. Dentre este meio, pesquisas feitas dentro das universidades apontam que os maiores abdicantes correspondem aos universitários que emigram dos interiores às capitais, logo, são mais afetados com a nova realidade de vida e a distância da família.

Portanto, é mister que o Governo Federal , tome providências para melhorar o quadro atual. Para que os discentes tornem-se pessoas preparadas, urge que o Ministério da Educação elabore ações por meio de campanhas com profissionais da Psicologia, outrossim, é papel da família incentivar neste período da vida , pois como dizia Voltaire, a educação desenvolve as faculdades, mas não as cria, ou seja, o aprendiz é o criador.