Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil

Enviada em 17/09/2019

Durante o século XIX, a vinda da Família Real ao Brasil trouxe consigo a modernização do país, com a construção de universidades, nessa perspectiva, a relevância do ensino superior está presente historicamente na cultura nacional. Contudo, hodiernamente, vem sendo integrado grandes índices de evasão universitária, o que favorece para com dificuldades socioeducacionais. Nesse sentido, tona-se fulcral analisar os principais fatores que contribuem para o impasse, com a intenção de liquida-los de maneira eficaz.

Mormente, é oportuno destacar que o sucateamento do ensino público contribui intrinsecamente para a problemática. De modo, que a falta de verbas e a má qualidade dos investimentos nas esferas educacionais, demonstram a inadimplência dos órgãos governamentais tangente aos estudantes. Esse panorama se evidencia, por exemplo, quando se observa, lamentavelmente, os cortes na educação que segundo dados do Portal G1, houve um contingenciamento de 25% nas universidades brasileiras, o que afeta diretamente nas pesquisas de cunho cientifico e também no sistema de políticas públicas sociais. Logo, faz-se imprescindível a dissolução desse conjuntara.

Outrossim, é válido pontuar, o baixo domínio dos conteúdos básicos advindas de uma parte considerável dos estudantes. Visto que, há uma falha na educação fundamental e média procedendo-se majoritariamente das escolas públicas, assim nitidamente afirma-se que a evasão universitária afeta, principalmente, os mais pobres. Segundo as ideias do jornalista Gilberto Dimenstein, o brasileiro deveria ser considerado um cidadão de papel, já que tem seus direitos garantidos apenas no plano teórico, nessa lógica, mesmo sendo garantido pela Constituição o direito a educação igualitária, tal máxima não é cumprida. Destarte, é dever do Estado reverter essa situação preocupante.

Portanto, para mudar essa realidade, faz-se necessário que o Ministério da Educação em parceira com o Conselho Nacional da Educação (CNE), proponham projetos que visam uma reforma no sistema universitário, por intermédio de políticas públicas que cobre do governo mais investimentos em verbas educacionais, para que assim os alunos consigam se firmar nas instituições. Ademias, os mesmos ministérios devem investir em um ensino público de qualidade, por meio de mudanças no sistema de base que contribuem para uma educação qualificada, para que assim os estudantes não tenham dificuldades ao se inserir em tais âmbitos, possuindo uma igualdade educacional. Feito isso, o Brasil superaria os impasses relacionados a evasão universitária.