Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil

Enviada em 03/10/2019

Consternadores. Assim são vistos os desafios para diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil. Nesse viés, é perceptível que fatos como o baixo incentivo governamental e as dificuldades para se manter economicamente implicam, de forma direta, na desistência da conclusão de cursos superiores, o que é um imbróglio.

Em primeira instância, é importante salientar que a educação na Grécia Antiga era restrita aos filhos dos nobres e aos familiares de comerciantes ricos. Dessa maneira, é notório que desde a Antiguidade o sistema educacional fora elitizado. Essa perspectiva ainda não mudou, visto que, a faculdade exige total dedicação e então aqueles que precisam trabalhar para se manter economicamente, por não possuir muitos recursos financeiros, geralmente desistem do curso diante do desgaste gerado pela conciliação entre trabalho e estudos. Sendo assim, a dificuldade para terminar a graduação é muito maior para as pessoas de classe baixa.

Em segunda instância, cabe enfatizar que o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico(CNPq) é responsável por estimular a produção de ciência no país através de bolsas financeiras. Porém, tais incentivos governamentais tem sido diminuídos, beneficiando poucas pessoas. Tal problemática reflete na questão da evasão universitária, uma vez que muitos indivíduos necessitam de auxílios para o custeio do transporte, moradia, alimentação, livros e outros materiais usados no curso.

Portanto, medidas são necessárias para mitigar a questão da evasão escolar no Brasil. Logo, o Estado, que é uma entidade responsável pela organização social, através do Ministério da Educação deve fornecer mais bolsas estudantis e auxílio para os funcionários que estudam e trabalham, a fim de proporcionar a graduação a um maior número de pessoas.