Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil

Enviada em 11/10/2019

Antigamente, o acesso ao ensino superior no Brasil era precário e limitado às famílias com maior poder aquisitivo. Porém, com o surgimento do Enem em 1998, e de programas como o Fies  e o Prouni, mudou-se drasticamente essa realidade, garantindo aos mais pobres a oportunidade de graduação. Entretanto, nos últimos anos a evasão universitária tem se elevado, decorrentes da falta de recursos financeiros e de assistência estudantil.

Relativo à falta de recursos financeiros, observa-se, que o público majoritariamente afetado são os mais pobres, que devido à essa carência são impelidos à busca por empregos. Segundo o site Notícia Universia, o fator que tem somado à desistência da graduação é a incapacidade de administrar os estudos com o trabalho. Tendo em vista que as empresas estão cada vez mais criteriosas na contratação, e exigindo maior produtividade de seus funcionários; esses fatores têm agregado ao problema, pois, estão sobrecarregando os estudantes, psicologicamente e fisicamente,

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Residenciais, nota-se, a falta de assistência estudantil por parte do Governo, que apesar de fornecer auxílios aos universitários são incapazes de suprir suas necessidades. A problemática em questão, prejudica, também, o aluno que sob essas condições concluem o curso superior; pois devido ao parco tempo de estudo durante a faculdade, ao se formar, não é plenamente capaz de ingressar no mercado de trabalho qualificado e de exercer sua profissão.                                                                                   Faz-se necessário, portanto a implementação de estágios remunerativo com 20 horas semanais nas universidade e empresas, em parceria com o Ministério da Educação e Empresas privadas, para que não haja a sobrecarga dos alunos. Assim como, a criação de um bolsa, pelo Ministério da Educação, no valor de um salário mínimo para os bolsistas das universidades particulares em situação de fragilidade financeira.