Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil

Enviada em 22/10/2019

Com a chegada da Família Real em 1808, houve o maior interesse em melhorar a aparência do Brasil. Com isso foi criada a primeira universidade do país, localizada na Bahia, o que impulsionou o progresso brasileiro. No entanto, atualmente, os índices de evasão universitária estão elevados. Essa situação ocorre por causa da falta de assistência psicológica dada aos alunos e pela necessidade dos jovens de ajudar na renda familiar.

Primeiramente, é importante citar que o governo não fornece assistência psicológica para os alunos das universidades. Conforme isso, há a evasão dos jovens que não se sentem confortáveis em tal ambiente. Essa situação configura, segundo o contratualista John Locke, uma violação do ‘‘contrato social’’, já que, ao Estado não garantir o direito a uma saúde mental de qualidade para os alunos, eles abandonam a faculdade. Logo, o Poder Público não garante que os cidadãos gozem de direitos imprescindíveis (como a educação). Nessa lógica, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Outrossim, há indivíduos de baixa renda que abandonam o curso superior pela necessidade de trabalhar para ajudar a família que não tem condições de manter os custos diários. Consoante o poeta modernista Carlos Drummond de Andrade, ‘’tinha uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma pedra’’. De acordo com isso, é notório que a necessidade de um emprego configura-se como um obstáculo no caminho dessas pessoas, assim como a pedra para o poeta. Nessa perspectiva, são necessários subterfúgios para resolver essa inercial problemática.

Portanto, medidas são necessárias para amenizar o quadro atual. Para que haja a diminuição dos índices de evasão universitária, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal De Contas da União direcione capital que, por intermédio do Poder Executivo, será revertido em assistência psicológica e estudantil. Isso deve ser feito através da contratação de profissionais capacitados em ajudar a manter a saúde mental dos alunos (psicólogos), assim como a contratação de administradores que ajudarão a fornecer verba para alunos necessitados em troca de boas notas e comportamento. Desse modo, aumentariam as chances dos universitários continuarem nos seus cursos e gozarem de seu direito à educação.