Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil
Enviada em 31/10/2019
Durante a Idade Média surgiram algumas universidades, as quais tratavam de diversos temas e a partir de sua complexa estrutura, pode-se desfrutar do desenvolvimento científico e intelectual. Já no mundo hodierno, essas instituições fazem o mesmo, entretanto a falta de informações sobre determinada área que irá cursar, mais os grandes investimentos realizados para aproveitar o curso, fazem que a cada ano o número de evasão universitária aumente.
Diante disso, promulgado na Constituição brasileira de 1988, garante o direito de estudar a todos os cidadãos, mas é evidente que essa lei não é devidamente cumprida na prática, uma vez que 24% das desistências estão em redes privadas, segundo dados do INEP, no qual o indivíduo tem que arcar com os custos muito elevados. Desse modo, o sujeito busca um emprego para conseguir pagar seus estudos e fica dividido entre: universidade e trabalho.
Ademais, é importante destacar que o setor escolhido pelo ser humano, no qual deseja atuar, nem sempre corresponde as suas expectativas e leva-o a desistir desse. Pode-se exemplificar o curso de enologia, o qual muitos alunos entram pensando somente na degustação de vinho, não obstante acabam-se surpreendidos quando terão que utilizar cálculo nessa profissão, o que leva eles a evadirem.
Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver este imbróglio. Primeiramente, cabe ao Governo Federal junto com o Ministério da Educação (MEC), promoverem nas universidades bolsas de ensino e pesquisa, para que o discente ganhe dinheiro, afim de que consiga-se sustentar e não desistir. É também de estrema importância que as instituições ofereçam ao seus futuros ingressantes uma “aula teste”, com o objetivo de demonstrar a esses em qual área irão seguir e assim evitem de abandonar. Para que dessa forma, seja efetuada a lei da Constituição de 1988 e continuem promovendo o legado científico das universidades, que vêm desde a Idade Média.