Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil
Enviada em 01/11/2019
No Brasil, as taxas de absenteísmo universitário mantivera-se constantes na última década do século XXI, segundo o INEP. Nesse contexto, evidencia-se atritos na permanência e conclusão dos cursos superiores, visto que, é progressiva a dificuldade na conciliação de trabalho e faculdade, ademais, a indecisão quanto a sua carreira corroboram participação nas porcentagens de subterfúgio. Logo, tal problemática imcube ser posta em discussão, para que seja compreendida e solucionada.
A principio, convém depreender que, o problema advém da questão monetária. De acordo com o IPEA apenas 17% dos jovens trabalham e estudam simultaneamente. Sob esse viés, é possível concluir concluir equilibrar ambas as ocupações tem suas restrições visto que, defronte dessa dificuldade os jovens optam por seus empregos deliberando pelo adiamento ou abandono dos estudos. Nessa perspectiva, é encargo governamental auxílio em suas jornadas para que o mercado de trabalho obtenha profissionais capacitados.
Em segundo plano, deve-se citar, a questão da ausência de um acompanhamento consentâneo na sentença do curso e real vocação. Em conformidade com o Instituto Gollup Organization, 72% das pessoas são infelizes em seus trabalhos, por conseguinte, a pressão familiar e escolar no ensino médio fazem implementa nos discentes uma decisão impulsiva, causando-lhes um possível arrependimento posterior durante ou após a formação acadêmica.
Portanto, o Ministério da Educação necessita elaborar um projeto educacional com a aplicação de teste vocacionais aplicados durante o ensino médio somados a palestras a respeito do tema. Para mais, o orgão citado anteriormente deve promover o auxilio financeiro com a criação de bolsas monetárias para estudantes carentes para que assim ocorra a redução da evasão universitária. Destarte, haverá a possibilidade de uma educação complementar a todos.